17 de abr. de 2009

ENQUANTO ISSO, NA ULBRA...


Como é que é essa história da mantenedora ter sede numa oficina mecânica e o presidente não saber de nada, nadica de nada mesmo do que já vem acontecendo há anos?

TÁ CHOVENDO


R$ 118.651,20 é o quanto a viúva do senador Jefferson Péres (PDT-AM) recebeu de presente do povo brasileiro, por conta das passagens aéreas a que seu falecido marido teria direito entre janeiro e abril de 2008. O pagamento foi autorizado pelo então presidente do senado Garibaldi Alves (PMDB-RN).

Em entrevista à Folha de São Paulo, a viúva (uma juíza estadual aposentada) argumentou que o Senado "tem tanto desperdício de dinheiro público", que o pagamento a ela não pode ser considerado ilegal, pois a cota de passagem era do seu marido e, portanto, lhe pertencia.

Ah, é, cara-pálida?!

E nós aqui, pagando imposto... Cara de palhaço, pinta de palhaço...

O MUNDO EM QUE VIVEMOS



Enquanto a rapaziada do Pirate Bay vai amargar um ano de xilindró por "promover a quebra de direitos autorais", os canalhas que botaram o planeta nesta (mal)dita crise que já está custando vidas e ainda vai matar milhares de pessoas - particularmente crianças no terceiro mundo -, seguem à solta.

Pior: volta a crescer o apetite do (mal)dito mercado pelos "papéis de risco".

16 de abr. de 2009

DURA DE MATAR


Depois de anos de sofrimento, o bósnio Miroslav Miljici resolveu dar um fim ao martírio imposto pelas "calúnias" da sogra.

Primeiro, explodiu a casa da velha com um míssil anti-tanque e em seguida, por garantia, descarregou sua metralhadora.

Pra provar que vaso ruim não quebra mesmo, a danada sobreviveu.

Como prêmio, este outro Miroslav (esse nome deve ter um karma mesmo) vai amargar seis anos de xilindró.

Achei a pena leve: eu tascava uns 10 pela tentativa e outros 30 pela incompetência.

O ELEFANTE GAY


Polêmica no zoológico de Poznan, na polônia.

Acontece que o paquiderme acima (de costas, no centro da foto) exibe tendências homossexuais, preferindo a intimidade com outros machos às fêmeas.

Não pagamos 37 milhões de zlots (11 milhões de dólares) para que a maior casa de elefantes da Europa tenha um elefante gay vivendo lá - protesta o conservador Michal Grzes, do alto de sua incontestável autoridade moral pequeno-burguesa.

Do outro lado, o diretor do zoológico parte em defesa do elefante, argumentando que aos 10 anos de idade, Ninio (o paquiderme em questão) ainda é muito jovem para saber se prefere machos ou fêmeas, já que os elefantes só alcançam a maturidade sexual aos 14 anos.

Só falta descobrirem que Ninio também é fumante... aí sim a casa cai.

E tenho o dito.

2 de fev. de 2009

Mais um vídeo

Confesso que estou maravilhada, literalmente estupefaciada por finalmente poder unir talentos que por décadas me fizeram sentir meio esquizofrênica.

Pra comemorar, segue abaixo meu novo vídeo, onde uno minha música ao vídeo. Desta vez não me restringi a uma versão melhorada de um slideshow, mas usei vídeo mesmo, tratando e aplicando efeitos em trechos de filmagens que recolhi por aí.

Espero que você goste tanto quanto eu!


7 de jan. de 2009

UMA QUESTÃO DE ESCOLHA


Concebi o vídeo acima algumas semanas atrás, a partir de um tema que se repetiu na minha cabeça até encontrar expressão nos timbres e tambores da música que carrega as imagens.

Por uma dessas tristes coincidências, a violência irrompeu em Gaza exatamente quando me aproximava da finalização, e hoje, quando finalmente o publico a primeira notícia com que me deparo pela manhã é o bombardeio por Israel de três escolas palestinas mantidas pelas Nações Unidas.

Para a execução deste vídeo, meus olhos focaram diariamente por mais de duas semanas imagens terríveis de crianças feridas, mutiladas, assassinadas das formas mais brutais e imperdoáveis. Uma realidade distante, sim, das frugais preocupações do nosso dia-a-dia. Mas é uma realidade que precisa (ainda, meu Deus!) ser mostrada, repetida, porque a humanidade não parece ter ainda entendido que a violência não é e jamais será o caminho da paz. Violência gera violência - já está na Bíblia. Mas a opção da imensa maioria é o silêncio, é ignorar ou (pior) fingir ignorar o que acontece com seres em tudo iguais a nós ao redor do planeta.

A ciência já comprovou o absurdo das distinções de raças. Resta derrubar a rígida barreira do nacionalismo obtuso que distingue entre "eles" e "nós" pra que entendamos que neste planeta não existem "eles", TODOS SOMOS "NÓS".